terça-feira, 27 de março de 2012

You do that.
Voltei a escrever.
Estou escrevendo um filme, o que é ainda mais emocionante.
Eu não sei, sinto como se estivesse presenciando uma realidade paralela. Ou soubesse que tudo isso aqui é um sonho. Aquela sensação de quando você descobre que é um sonho. Aquele momento breve entre acordar e poder fazer qualquer coisa, controlar a história. Estar consciente no inconsciente.
Estou escrevendo sobre a realidade misturada com o sonho.
Eu sempre escrevo sobre isso. Sobre mim e sobre isso.
Taquicardia.

Hoje

segunda-feira, 19 de março de 2012

E então você deseja muito uma coisa durante toda uma vida e um dia quando acorda, nota que ela está bem ali. É o seu presente vindo diretamente da existência.
E o que fazer?
Você goza cada segundo, cada minuto, cada pensamento, cada silêncio. Você aproveita tudo.
Mas tudo é impermanência,  você se lembra que queria tatuar isso, tudo é impermanência e então agora você está em outro momento, tendo que aproveitar cada segundo de uma outra coisa.
Outra coisa?
O que afinal?
É você. Tudo é você. Você é o começo e o fim. E também não é nem o começo nem o fim.
Hoje é só hoje.
E ter o que se quer hoje e ter que viver de acordo com o que se quer hoje é assustador.
E lindo!
Obrigada!

heart recipes

domingo, 18 de março de 2012

I left my heart at the kitchen sink
And went out to have something to drink
When I came back, what a surprise
They used my heart to make a pie
Before I got angry but now I have learned 
Sometimes unexpected may taste like dessert

quinta-feira, 15 de março de 2012

Eu sigo sem saber me alimentar. Mesmo depois dos 4 anos de nutrição, da vida inteira de desnutrição, eu não aprendo.
Estou aqui tomando um shake pós treino e nem malhei. Só por que eu preciso tudo que eu puder ter dentro de mim para sobreviver até amanhã.
Que é quando as coisas vão realmente acontecer.
Hoje é só preparação.
Amanhã é que o bicho pega. E eu espero mesmo que de jeito.
Não me liguem que meu celular estará fora de área.

sábado, 10 de março de 2012


terça-feira, 8 de novembro de 2011

estamos atendendo em http://odiadatosa.blogspot.com

iching

sexta-feira, 4 de novembro de 2011


Nove na quarta posição significa:
Não há peixe no tanque.
Isso leva ao infortúnio.
Pessoas insignificantes devem ser toleradas de modo a que permaneçam bem dispostas para conosco. Assim poderemos contar com elas quando o necessitarmos. Caso nos afastemos e recusemos fazer concessões, nos voltarão as costas, e não estarão disponíveis quando delas necessitarmos. Mas isso ocorreria por nossa própria culpa. 

diabos

é isso, é sempre isso
as pessoas tem seu orgulho sempre a frente de tudo
mecanismo de defesa do sistema ambulante
orgulho
se quiser estar do meu lado, tudo tem que ser assim

orgulho puro

o fim
ninguém sabe nem justificar por que diabos quer alguma coisa
ninguém consegue nem entender por que diabos está falando
era melhor ficar em silêncio
engolir o choro
entender que o choro é sem motivo
que tudo isso não se explica
que eu, diferente de você, não sou igual a ninguém
não lido com regras, padrões, tradições
eu crio os meus costumes
não me venha com costumes dos anos 90
eu quero uma vida personalizada
posso?

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Eu gosto de tudo!

#naturalecstasyfeelings

livros

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Eu achei duas páginas perdidas de um livro que eu estava escrevendo. Eu queria escrever aquela história por que nunca pude contá-la a ninguem. Era amoral.
O que me fez lembrar que eu sou uma pessoa melhor hoje, mas que eu não tenho mais nada para escrever.
Eu acordo, trabalho, malho, namoro, durmo. Eu não tenho mais histórias para contar. Minhas histórias estão velhas, ultrapassadas. Eu li uma vez em algum manual de criatividade que "se você já encontrou a resposta para suas questões, provavelmente seu leitor também já encontrou". Pois é.
Eu me orgulhei de ler essas duas páginas de histórias ultrapassadas. Parecia com algum livro que foi realmente escrito, com alguma trama realmente planejada, mas que nunca continuou. Eu vivi e ninguém viu, nem vai ver.
Minha criatividade foi-se embora depois das brigas todas que eu tive por tudo que eu escrevia. Eu fui podando, podando a árvore das idéias para deixá-la num formato que agradasse a vista de todos, mas acabei cortando tanto que ela não consegue mais crescer. Eu estou sem folhas...
Queria escrever uma história, uma daquelas ficções com conversas geniais.
Será que um dia eu volto?
Uma página por dia seria o suficiente...
Será que eu volto?


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